O turismo em Portugal tem vindo a registar um crescimento notório, afirmando-se como um dos motores essenciais da economia nacional. Este panorama favorável impulsiona, em particular, o Alojamento Local, cada vez mais procurado por viajantes que valorizam experiências autênticas e personalizadas.
É neste cenário em permanente evolução que a LovelyStay se distingue, ao aliar inovação, gestão profissional e uma dedicação constante a hóspedes e proprietários. A nossa abordagem flexível e transparente permite-nos antecipar tendências e responder de forma eficaz aos desafios de um mercado em rápida transformação.
Neste artigo, convidamo-lo a explorar uma entrevista exclusiva com o nosso Gestor de Receitas, onde analisamos as estratégias e perspetivas para o futuro do turismo em Portugal, bem como as constantes variações do mercado. Descubra como a LovelyStay se posiciona para aproveitar oportunidades e consolidar a sua liderança no setor, garantindo um serviço de excelência e uma gestão eficiente.
O setor do turismo em Portugal registou um aumento das receitas no início de 2025 em comparação com 2024. A LovelyStay seguiu esta tendência? Quais foram as vossas estratégias?
Gestor de Receitas: Sim, acompanhámos essa tendência e registámos um aumento significativo nas reservas, sobretudo de mercados europeus, americanos e também de países asiáticos como a China, o Japão e a Coreia do Sul.
Para aproveitar este crescimento, a nossa equipa de Gestão de Receitas atuou de forma proativa, implementando ainda em 2024 estratégias para reduzir as noites disponíveis à última hora e garantir uma elevada taxa de ocupação logo no início de 2025.
Houve algum fator específico que tenha contribuído para o crescimento das nossas reservas durante este período?
GR: A antecipação da procura foi crucial para impulsionar as nossas reservas, reduzindo as noites disponíveis por reservar à última hora. Paralelamente, investimos em estratégias de médio e longo prazo, com foco na atração de nómadas digitais e trabalhadores remotos que escolhem Portugal pelo clima ameno e pela qualidade de vida. Outro fator relevante foi o aumento do número de voos para Lisboa e Porto, em comparação com o mesmo período de 2024, o que contribuiu significativamente para o crescimento das reservas.
Apesar do crescimento geral, algumas áreas registaram uma menor procura. A LovelyStay sentiu este impacto? Se sim, em que regiões?
GR: Sim, enfrentámos alguns desafios no mercado urbano, sobretudo no segmento de estúdios e T1 no Porto, onde a oferta tem aumentado com a entrada de novos apartamentos com serviços e hotéis, intensificando a concorrência. Ainda assim, conseguimos manter a taxa de ocupação e um desempenho estável face a 2024, o que reforça a eficácia das nossas estratégias e a solidez da nossa posição no mercado.
Como é que a empresa se adapta a estas discrepâncias na procura? Existem estratégias específicas para os períodos de menor afluência?
GR: Para lidar com estas oscilações, apostamos em descontos para reservas antecipadas e promoções para estadias prolongadas, de forma a atrair reservas de maior duração. Em alguns casos, também optámos por aceitar estadias mensais para nómadas digitais e trabalhadores remotos.
Além disso, ajustámos as nossas políticas de cancelamento, proporcionando aos hóspedes maior flexibilidade no planeamento das suas viagens. Esta abordagem não só incentivou reservas em períodos de menor procura, como também fortaleceu a confiança dos nossos clientes.
Algumas projeções indicam que o turismo em Portugal no ano de 2025 deverá manter um ritmo semelhante ao de 2024 no Alojamento Local. A LovelyStay partilha desta opinião?
GR: Embora compreendamos essa perspetiva, acreditamos que 2025 poderá superar 2024 em termos de procura. Esperamos um aumento especialmente relevante nas reservas de propriedades com mais de dois quartos, ideais para famílias e grupos, bem como uma procura crescente por alojamentos premium, com design cuidado e experiências diferenciadoras. Os viajantes procuram cada vez mais algo único — e estamos preparados para responder a essa tendência.

Que tendências e desafios esperam encontrar este ano, especialmente na época alta do turismo?
GR: Perante a forte procura, estamos a preparar o verão com uma estratégia equilibrada: maximizar receitas sem subir as tarifas de forma excessiva, sobretudo em Lisboa e no Porto. Em 2025, continuaremos focados na antecipação e na otimização de preços, mantendo um posicionamento competitivo no mercado.
As receitas da LovelyStay cresceram 50% em 2024. Quais foram os principais fatores que impulsionaram este desempenho e quais as estratégias que tiveram maior impacto?
GR: O crescimento de 50% da nossa receita em 2024 foi impulsionado por uma combinação de fatores estratégicos. Destacamos a expansão do portefólio em 26,7% e o forte desempenho em várias regiões: +37,4% na Madeira, +4,8% em Lisboa e Porto, e +3,6% em destinos de lazer como o Algarve.
A procura turística manteve-se estável, com ligeira subida face a 2023, e soubemos capitalizar essa tendência através da diversificação das nossas estratégias de preços e de uma gestão mais eficiente das noites disponíveis. Reforçámos ainda a equipa de Gestão de Receitas com três novas integrações, o que nos permitiu afinar o pricing e maximizar reservas. Para 2025, o objetivo é ultrapassar os 70 milhões de euros em receitas, mantendo um crescimento sólido e sustentável.

Porquê a LovelyStay?
A LovelyStay é o parceiro certo para quem quer maximizar o rendimento da sua propriedade. Combinamos tecnologia, experiência no mercado nacional e estratégias de gestão de receitas para garantir ocupação elevada e maior rentabilidade. Oferecemos um serviço completo, personalizado e sem complicações, adaptado ao perfil de cada proprietário.